quarta-feira, 4 de maio de 2016

MOVIMENTOS: Capez processa Camila Lanes por ocupação na Alesp


Para a presidenta da Ubes a atitude de Capez é irônica. " O ladrão de merenda está tentando criminalizar a ocupação legitima dos estudantes aqui na Alesp. A Ubes, de certa forma, se sente orgulhosa em saber que até o tucanato reconhece a luta do movimento secundarista e estão tremendo de medo em saber que nós vamos conquistar a CPI da merenda, nós não sairemos daqui até alcançarmos nossos objetivos", denuncia. 

Entenda o caso

Alvo da Operação Alba Branca, o presidente da Assembleia Legislativa de São Paulo, Fernando Capez (PSDB-SP), é investigado em esquemas de propinas na compra de merenda escolar com cooperativas de agricultura familiar. Por consequência do esquema de fraudulento, milhares de estudantes estão sem merenda escolar e sobrevivem desde o princípio do ano com biscoitos água e sal

Fonte: Portal Vermelho

BRASIL: Leci: Eu sempre estive ao lado do estudante e agora não será diferente


Roberto Oliveira
  

Leci, que na manhã desta quarta-feira (4), em cojunto com deputados do PT e PSOL, conseguiu arrecaradar mantimentos e liberar a entrada de água e comida no plenário, que estava barrada a pedido do presidente da casa Fernando Capez, afirmou que está muito preocupada com o momento que o país passa. "Estamos vivendo um momento de ameaça à nossa democracia e perda de direitos e a juventude está ai, dando o recado que não irá ficar calada perante as injustiças. A luta pela merenda é legitima e justa, devemos apoiar a causa", defende a deputada. 

A deputada deu um recado para todos que estão acompanhando o processo de ocupação. "A sociedade precisa entender que, apesar da pouca idade, essa juventude vem mostrando que tem total atitude e cosciência para lutar contra o retrocesso", conclui. 

Entenda o caso

Alvo da Operação Alba Branca, o presidente da Assembleia Legislativa de São Paulo, Fernando Capez (PSDB-SP), é investigado em esquemas de propinas na compra de merenda escolar com cooperativas de agricultura familiar. Por consequência do esquema de fraudulento, milhares de estudantes estão sem merenda escolar e sobrevivem desde o princípio do ano com biscoitos água e sal.


Do Portal Vermelho, Laís Gouveia 

MOVIMENTOS: Camila Lanes: “Só iremos desocupar a Alesp com a CPI aprovada”


Camila afirmou que a pauta exclusiva do movimento é a abertura da CPI da Merenda na Alesp. “Sabemos que isso é possível, faltam apenas sete assinaturas para ser aprovado o inquérito. O PSDB, partido do Fernando Capez [acusado de ganhar propina no esquema na compra de alimentos com cooperativas], se ausenta do debate da máfia das merendas e, através do seu cargo como presidente da Casa, está tentando sangrar a ocupação, buscando vencer os estudantes pelo cansaço, cortando a luz, aumentando o ar condicionado no máximo durante a madrugada, proibindo a entrada de alimentos, roupa e água na Assembleia, mas, alguns parlamentares conseguiram, agora pouco, a entrada desses mantimentos no plenário ocupado”, declara. 

“Não tem arrego” 

A presidenta da Ubes disse que, mesmo com todos os percalços enfrentados pelos estudantes, a resistência continuará, “só iremos desocupar a Assembleia quando a CPI for aprovada, queria pedir a solidariedade de toda a sociedade, para somar forças registrando presença aqui na Alesp ou no Centro Paula Souza [que também está ocupado] e agradecer a todos os parlamentares que estão garantindo a integridade física dos estudantes ocupados”, conclui. 

Fonte: Portal Vermelho

terça-feira, 3 de maio de 2016

EDUARDO VASCONCELOS EM AUDIÊNCIA COM ADILSON ARAÚJO - PRESIDENTE DA CTB NACIONAL

Adilson Araújo - Presidente da CTB Nacional e Eduardo Vasconcelos
Estive na sede da CTB Nacional mantendo um rápido contato com o Presidente, ADILSON ARAÚJO, aproveitei e solicitei apoio material  (cartazes, botos, entre outros) para os próximos eventos do Centro Potiguar de Cultura - CPC/RN, que serão realizados em meados de junho, data se marcar na próxima reunião das entidades (CPC/RN - CPC DA ANE/RN - ANE/RN e AMES), que ocorrerá na segunda quinzena de maio.

O apoio será fundamental fortalecer as discussões, como por exemplo a Igualdade Racial, Juventude e Direitos da Mulher.

Adilson vai analisar o pleito e com certeza o apoio virá.

BRASIL: Dilma: O que vale é a luta e nós sabemos lutar

Em cerimônia no Palácio do Planalto, nesta terça-feira (3), a presidenta Dilma Rousseff acompanhou o acendimento da Tocha Olimpíca Rio 2016. Acompanhada do presidente do Comitê Organizador dos Jogos Olímpicos, Carlos Arthur Nuzman, e do ministro interino do Esporte, Ricardo Leyser, Dilma saudou a realização dos jogos e salientou que o país “está preparado para fazer a mais bem-sucedida Olimpíada da história”.


Foto: Agencia Brasil
A jogadora de voleibol, Fabiana Claudino, ergue a Tocha Olímpica acesa pela presidenta Dilma durante cerimônia no Palácio do Planalto
A jogadora de voleibol, Fabiana Claudino, ergue a Tocha Olímpica acesa pela presidenta Dilma durante cerimônia no Palácio do Planalto

”Como presidenta do primeiro país da América Latina a sediar os Jogos Olímpicos, é com grande orgulho que eu dou, em nome do povo brasileiro, as boas-vindas a essa chama símbolo de uma grande esperança da humanidade na paz, união e a amizade”, disse Dilma.

“Vamos contaminar a nossa Nação com o espírito olímpico e envolver todo o povo brasileiro nessa oportunidade histórica de sediar as olimpíadas e parolimpíadas”, completou a presidenta.

Dilma destacou que, apesar da crise política, o país será capaz de recepcionar e promover os jogos olímpicos. “Sabemos das dificuldades políticas que existem em nosso país hoje. Conhecemos a instabilidade política. O Brasil será capaz de, mesmo convivendo com um período difícil, verdadeiramente crítico da nossa história e da história da democracia do nosso país, saberá conviver porque criamos todas as condições para isso com a melhor recepção de todos os atletas e de todos os visitantes estrangeiros”, enfatizou.

A presidenta disse ainda que um “país que sabe lutar pelos seus direitos e que preza e sabe proteger a sua democracia é um pais onde as olimpíadas terão o maior sucesso”. E concluiu: “Nós sabemos que o que vale é a luta. E nós sabemos lutar. Somos todos olímpicos”.

O ministro interino do Esporte, Ricardo Leyser, relembrou a trajetória do Brasil desde a escolha como país-sede para os Jogos Olímpicos 2016 até o momento da chegada da chama olímpica. Ao citar os programas criados pelo governo federal para auxiliar na preparação dos atletas brasileiros, como o Brasil Medalha, Leyser salientou a importância da decisão política da presidenta Dilma em promover e fortalecer o esporte brasileiro.

“Nós estamos no ápice da nossa história esportiva. Nunca estivemos tão bem quanto estamos agora. Eu não tenho dúvida que a senhora, para o esporte brasileiro, foi a melhor presidente da República da história. Nós nunca tivemos o que nós tivemos com a senhora em termos de investimento, de respeito, seriedade. Então nesse dia, em que a senhora recebe a chama olímpica, peço que continue sempre com o esporte”, disse.

Leyser também recordou a preparação para que o Brasil tivesse uma cidade capaz de sediar os jogos. O ministro citou investimentos em equipamentos esportistas desde os Jogos Sul-Americanos de 2002, quando quatro cidades brasileiras participaram do evento.

A lanterna contendo a chama olímpica nesta terça em Brasília, ponto de partida para um roteiro que, nos próximos 95 dias, incluirá 327 cidades das cinco regiões do país. 

Na saída do Palácio do Planalto, a tocha foi conduzida pela jogadora de vôlei Fabiana Claudino, bicampeã olímpica (2008 e 2012), indo em direção à Catedral de Brasília, em um trecho que terá a participação de nove condutores, conforme divulgado no site do Ministério do Esporte.

Em Brasília, a tocha fará um percurso de 105 km pelos principais monumentos da capital. O comboio contará com 150 agentes da Polícia Civil, Militar e do Corpo de Bombeiros, além de 3,5 mil homens que farão a segurança durante o percurso do revezamento. Depois, a tocha viajará por todo o país até chegar ao Estádio Maracanã, no Rio de Janeiro, em 5 de agosto, quando começa a Olimpíada do Rio.

O símbolo dos Jogos Rio 2016 foi aceso pela primeira vez no dia 21 de abril, em frente ao Templo de Hera, localizado na cidade grega de Olímpia, a partir dos raios solares, seguindo um tradicional rito que faz uso de uma espécie de espelho côncavo chamado skaphia.

A Tocha Olímpica é um símbolo da união e amizade entre os povos e sua condução tem por objetivo levar a mensagem olímpica, de promoção da paz em lugar de conflitos.


Do Portal Vermelho, com informações de agências

CTB São Paulo promove nesta quinta-feira debate sobre ameaças aos direitos trabalhistas

A CTB São Paulo realiza, nesta quinta-feira (05), um debate sobre o golpe em curso no país que tenta derrubar a presidenta Dilma Rousseff e os 55 Projetos de Lei em tramitação no Congresso Nacional, que ameaçam direitos da classe trabalhadora. 
O debate acontece no Sindicato dos Marceneiros de São Paulo, a partir das 18h30, e contará com a participação do deputado federal Orlando Silva e do presidente da CTB Nacional, Adilson Araújo. 
“É preciso ter consciência de que o alvo não é só Lula ou Dilma, mas a nação, cuja soberania já está sendo empenhada pelos golpistas e o povo em geral. A classe trabalhadora brasileira e os movimentos sindicais que a representam são e serão certamente as principais vítimas da investida reacionária, cabendo alertar neste sentido que no Congresso Nacional, cada vez mais na contramão dos interesses democráticos e populares, 55 projetos de lei ameaçam direitos sociais”, alerta o presidente da CTB.
O Departamento Intersindical de Assessoria Parlamentar (Diap) fez um levantamento em que enumera 55 itens que ameaçam direitos sociais e trabalhistas atualmente em tramitação na Câmara dos Deputados e no Senado.
Entre os projetos de lei citados estão: a regulamentação da terceirização sem limites; impedimento do empregado demitido de reclamar na Justiça do Trabalho; o fim da exclusividade da Petrobras na exploração do pré-sal; instituição do Estatuto da Família; e até mesmo a alteração da Constituição dando direito a entidades de cunho religioso de propor Ações de Constitucionalidade diante do STF.
Além dos projetos em tramitação, outra preocupação dos sindicalistas se refere ao projeto “Ponte para o Futuro”, apresentado pelo PMDB do vice-presidente, Michel Temer, um dos articuladores do golpe. O projeto não prevê a manutenção da política de valorização do salário mínimo, assim como não contempla nenhuma das políticas sociais implementadas pelo atual governo.
“É muito importante ter em mente que uma das consequências mais ameaçadoras de uma eventual aprovação do impeachment é o fim da valorização do salário mínimo”, afirma Adilson Araújo, lembrando que lideranças da oposição defendem uma política de arrocho salarial semelhante a que foi imposta nos governos de Fernando Henrique Cardoso. 
Serviço:
Debate sobre o golpe e as 55 ameaças aos direitos trabalhistas
Dia 05/05 (quinta-feira)
Sindicato dos Marceneiros de SP
Rua das Carmelitas, 149 - metrô Sé
Informações: 3151-4902
Cinthia Ribas - Portal CTB

O que temos a Temer: confira 6 razões para você se colocar contra o golpe

No último sábado (30), o instituto de pesquisas Vox Populi divulgou um levantamento que revela a queda substancial na popularidade do ainda vice-presidente Michel Temer.
Para 32% dos 1.523 entrevistados em 97 municípios, entre os dais 27 e 28 de abril, a situação vai piorar num eventual governo golpista com Temer à frente. Os parlamentares também não são bem avaliados.
A maioria já começa a enxergar que o golpe não é a melhor solução, 66% pensam assim, principalmente depois da divulgação das propostas do projeto “Uma ponte para o futuro”, de um suposto governo Temer.
Alguns pontos que serão ressaltados do “Plano Temer” para a área trabalhista e que representam as maiores ameaças à classe trabalhadora dizem respeito às privatizações, ao salário mínimo e às políticas sociais. Entre as medidas está o fim da política de valorização do salário mínimo. Confira o que propõe o Plano de Michel Temer para os trabalhadores:
1 - Fim do ganho real do salário mínimo
 Acabar com todas as “indexações para salários e benefícios”, como quer o documento Ponte para o Futuro ou Plano Temer, sela o fim do maior acordo salarial da história do Brasil, a política de valorização do salário mínimo. Fruto da luta do movimento sindical, o reajuste do mínimo se dá pela inflação mais a metade do crescimento do PIB de 2 anos anteriores. Na prática, a “desindexação” é o fim do reajuste automático da renda do trabalhador e do seu poder de compra.
2 - Adoção do negociado sobre o legislado (Ataque à Consolidação das Leis Trabalhistas-CLT)
Neste ponto, o Plano Temer defende que negociações coletivas tenham mais valor que uma lei trabalhista que tem 73 anos e que garante carteira assinada, jornada de trabalho definida, férias remuneradas, 13º e diversos benefícios. O objetivo disfarçado é a perda de direitos, já que o peso dos patrões acaba se sobrepujando sobre os empregados (principalmente no caso de sindicatos descompromissados), em especial em períodos de crise em que o trabalhador tenta assegurar o emprego.    
3 - Estímulo à Terceirização no mercado de trabalho
Os defensores do impeachment são autores de pelo menos 55 projetos no Congresso Nacional que terceirizam todas as atividades de uma empresa. Rejeitada pelos trabalhadores, a terceirização apresenta estatísticas sombrias sobre o trabalho nestas condições: lidera acidentes de trabalho, com mortes e sequelas, o trabalhador ganha menos, trabalha mais em situação de precariedade e é vitimado por doenças ocupacionais.
 4 - Previdência: Mais trabalho e menos benefícios
O Plano Temer defende a idade mínima para a aposentadoria que pode chegar a 67 anos. Essa medida penaliza o trabalhador de baixa renda, que começa muito cedo no ofício. A desvinculação do salário mínimo aos benefícios da previdência atinge 22 milhões de aposentados: sem reajuste, essas famílias (principalmente trabalhadores rurais) terão a renda congelada e perdem o poder de compra.
5 - Desobrigação dos repasses públicos para saúde e educação
Os trabalhadores e os filhos dos trabalhadores do Brasil foram os mais beneficiados com as políticas públicas para a saúde e educação implantadas nos governos Dilma e Lula. Também serão eles os mais prejudicados no caso de vigorar medida do Plano Temer que desobriga União, Estados e municípios a repassarem recursos para essas áreas. Assim como a política do salário mínimo fez a renda dos pobres crescer mais que a dos ricos, o Prouni e o Mais Médicos garantiram, respectivamente, acesso ao ensino superior e atenção à saúde àqueles historicamente excluídos.
6 - Aumento do desemprego
O arrocho salarial sinalizado pelo Plano Temer diminui o poder de compra do trabalhador, seja o que está na ativa ou o aposentado, e enfraquece a economia. O resultado será o aumento do desemprego, um cenário distante do pleno emprego vivido entre 2009 e 2014, quando o Brasil registrou taxas baixíssimas de desemprego em várias regiões. A conclusão é simples: O PMDB vai colocar o prejuízo na conta do trabalhador. 
Portal CTB com informações do Vermelho