segunda-feira, 12 de março de 2018

"Em 38 anos, nunca meti a mão num centavo do povo!"

Sem Título-14.jpg
Lupi e Ciro cantaram o o Hino da Independência, com Brizola! (Reprodução)
Ciro: meu governo será contra a desigualdade!
O Conversa Afiada reproduz, de modo não-literal, as principais declarações de Ciro Gomes no evento de lançamento de sua pré-candidatura à Presidência pelo PDT, nesta quinta, em Brasília:
- recebi hoje a mais grave tarefa da minha vida pública: o PDT, por unanimidade, indica meu nome para buscar os convencionais e homologar uma candidatura à Presidência
- aceito essa tarefa! Porque considero que nennhum de nós pode faltar ao Brasil nesta hora
- há muita desorientação, muita propaganda, muita conversa, muita enganação. O nosso país precisa mudar!
- em janeiro, pela 1ª vez o Brasil empurrou para a informalidade a maioria do povo trabalhador
- o Brasil em 2017 assistiu, ante a desmoralização das autoridades e da Lei, matarem 64.700 jovens - pobres, negros, caboclos da periferia
- só 8% dessas mortes as autoridades começaram ou conseguiram investigar
- o Brasil amanheceu hoje com 12,7 milhões de desempregados
- olhe por qualquer ângulo e verá a desagradável conversa da conta pública! Porque não se pode falar em Educação que emancipe sem ter compromisso pra dizer de onde vem o dinheiro
- em 2017 o Brasil teve a menor quantidade de dinheiro gasto na agenda do povo
- e terminamos o ano com R$ 140 bilhões de rombo
- parece que só tem dinheiro pra roubalheira e privilégio!
- não existe computador que ensine a resolver as coisas da comunidade; não há robô que resolva os problemas da coletividade; só a Política faz!
- dia sim, outro também, temos notícia do privilégio, da mentira, da roubalheira, que desacreditam a política diante da sociedade
- mais: espetam o espinho da descrença no jovem, que começa a pensar em se mudar do Brasil
- não tenho altura para calçar o sapato de Getúlio, Jango, Brizola, mas é nesta linha, do trabalhismo que tem História, que os meus companheiros do PDT me entregam esta missão
- aonde eu chego no Brasil, encontro a companheirada do PDT
- eu não teria coragem, nem sequer seria mais conveniente, aos 38 anos de vida pública [concorrer novamente à Presidência]... tinha todo o conforto da classe média digna, sem nunca precisa meter a mão num centavo do povo. Mas me sentiria um covarde se, vendo o nosso país sendo golpeado, os interesses estrangeiros contando com apoio de traidores da nossa pátria, eu desertasse dessa luta
- achei esse dia de grande oportunidade! Porque fui educado para respeitar as mulheres
- quando não era modinha ser feminista, meus governos empoderaram as mulheres, que tinham parte importante do secretariado
- uma cultura machista que paga à mulher, pelo mesmo trabalho, um salário até um terço menor que o dos homens
- temos que aprender a não reproduzir cultura machista, achar graça de piadinha - talvez o maior erro que eu já cometi na vida
- ninguém pode me chamar de ladrão, nem de incompetente. E aqui se encerra qualquer dúvida sobre o meu compromisso de enfrentar a desigualdade!
- a desigualdade no Brasil tem gênero, tem idade!
- os jovens são as maiores vítimas
- a desigualdade tem cor!
- enfrentar a desigualdade é entender o drama do fundão da Amazônia, do NE, do RS, de SP, de MG...
- há miséria de massa em todos os cantos do território brasileiro
- vamos unir o povo em torno de um novo projeto de nação
- eu preciso de cada um de vocês! A hora chegou!
Fonte: CONVERSA AFIADA

domingo, 11 de março de 2018

“Ele foi aconselhado a sair para deputado”: a agonia do golpista Aécio, vítima de si mesmo. Por Kiko Nogueira

Acabou
 
A história de Aécio Neves é uma fábula moral sobre aonde levam os baixos instintos na política — e, por que não, na vida.
Com todos os sinais à frente de si e o exemplo de Carlos Lacerda no passado, Aécio se atirou numa aventura golpista que acabou por engoli-lo.
Ainda vamos ouvir falar muito dele neste ano. Dificilmente sob um aspecto positivo.
Aécio tenta lutar para concorrer ao Senado, mas esbarra no PSDB. Além, é claro, do desprezo do eleitorado.
A divulgação das conversas com Joesley foram determinantes para seu fim.
“Tem que ser um que a gente mata ele antes de fazer delação”, disse o jagunço, referindo-se ao primo Fred, mostrando sua verdadeira cara.
No Estadão, o ex-prefeito de Belo Horizonte Márcio Lacerda, do PSB, antigo aliado, falou das ambições do Mineirinho.
“Por onde passo em Minas as opiniões são que a imagem de Aécio que ficou, justa ou injustamente, muito prejudicada”, afirma, usando de sutileza mineira.
Segundo Márcio, “as pesquisas mostram uma rejeição muito grande a ele. Tem sido aconselhado a se candidatar a deputado federal. Eu dei essa opinião a Andrea Neves antes dele enfrentar esse problema mais grave da gravação do Joesley”.
Aécio deve desculpas ao país. Ele e a mana Andrea.
Jamais o farão.
O que torna sua agonia ainda mais patética
Fonte: diariodocentrodomundo.com.br

Esquerda limitada, extrema direita avançando: um mundo à deriva. Por Marcos Nunes

 
Entre outros, o filósofo esloveno Slavoj Žižek afirmou algo que muitos percebem, por óbvio: no mundo democrático ocidental, quando um partido de esquerda vence eleições, sua missão, posta pelo mundo corporativo financeiro, passa a ser a mesma de qualquer partido de direita, isto é, administrar as crises do capitalismo, sendo mais fácil à esquerda implementar programas antipopulares justamente por… contar com o apoio popular.
Obviamente, por executar um programa quase inteiramente ao avesso (se não inteiramente) ao seu programa, e principalmente às promessas eleitorais, o partido de esquerda (ou que se diz à esquerda) cai em descrédito. Um caso notável, e recente, é o de François Hollande que, no governo, desempenhou o mesmo papel que a direita desempenharia no governo, submetendo-se aos imperativos do capital.
Isso abre a perspectiva da extrema-direita, fundada em um pretenso nacionalismo, e mais pretensa ainda proteção dos “legítimos” integrantes da nação contra a razia do mercado financeiro e, principalmente, contra os imigrantes. De um lado, uma política dita “racial” de caráter xenófobo; do outro, uma hipócrita denúncia dos males do capitalismo financeiro, que nada faz, na verdade, para mitigar.
A citação de Hollande não foi gratuita. Este texto se inspira no filme de 2017, À la derive, dirigido por Philippe Venault, diretamente para a televisão.
Trata-se de obra engajada, que tem a força de um manifesto, de um panfleto, contra o avanço da extrema-direita na França, que se deu nos últimos 15 anos (recordemos que Jacques Chirac só se elegeu para o período 2002/2007 depois de contar com o apoio da esquerda, diante do mal maior que seria a eleição de Jean-Marie Le Pen, do partido Frente Nacional, de extrema-direita), a partir de um olhar local: a pequena cidade (fictícia) de Villefrance, obviamente denominada para exemplificar um fenômeno que se estende por todo o país: primeiro, o fracasso da esquerda representada por Hollande; depois, o avanço da extrema-esquerda, hoje capitaneada por Marine Le Pen, presenteada por Hollande com vastos setores da classe média-média e baixa francesa, em razão das más políticas, ou ausência de boas políticas, tocadas pela esquerda representada pelo Partido Socialista francês (há o partido Comunista mas, como no Brasil suas chances de êxito são sempre diminutas; lá, como aqui, a população é rançosamente conservadora).
Não esqueçamos que, nas últimas eleições presidenciais francesas, mais uma vez a extrema-direita foi ao segundo turno, sofrendo derrota com a repetição do apoio da esquerda para Emmanuel Macron, conservador e de direita, não por acaso ministro do malfadado François Hollande, e a bordo de um “partido novo” – lá como aqui, mais uma vez, uma sigla é lançada para representar a renovação da política, mas traz os mesmos velhos programas sob a roupagem de uma juventude que não apenas nasceu velha, como é o caso de Emmanuel Macron, que, menos por acaso ainda, tem fixação amorosa por mulheres mais maduras, tendo por esposa Brigitte Macron, 24 anos mais velha que ele.
Voltemos ao filme: nele, um operário, que começa liderando uma greve contrária ao fechamento de uma empresa local, que fabrica bolsas e malas, visando manter dezenas de empregos, protegendo a economia da cidade, apoia, para o governo da municipalidade, um candidato de esquerda, que vence as eleições, prometendo amparo à causa e continuidade da empresa, à revelia das intenções patronais de transferir a fábrica para a China – isto para produzir os mesmos itens com um custo reduzido em apenas 50 centavos por peça.
Cabestany, o candidato da esquerda, vence as eleições, mas a greve fracassa, bem como qualquer gestão do prefeito a favor da manutenção da fábrica, segundo ele, por impossível vencer as ordens que partem de Bruxelas, isto é, do governo central da Comunidade Econômica Europeia. Resta a resignação diante da derrota para o prefeito, derrota essa menos trágico pois, afinal, ele vencera as eleições.
Ao líder operário, Jêrome, restará o desemprego, o casamento com Audrey em risco (incialmente por questões apenas econômicas, que se desdobram em crise existencial e depressão), e a amizade com Driss, argelino que partilhou com ele os estudos, e que agora é desenhista talentoso, que ilustra livros infantis e charges políticas.
Com o casamento desfeito depois de reagir com violência a uma brincadeira desastrada do filho (a esposa Audrey tem no passado más lembranças de violência doméstica pelo pai, um homem conservador que, mais adiante, se aliará à extrema-direita, depois de ter apenas votado a favor dela nas últimas eleições), Jêrome vai morar, provisoriamente, com Driss, que, anteriormente, abandonara junto com ele um emprego de segurança de supermercado, depois que um gerente racista admoestou o argelino por suas características étnicas.
Desiludido com a esquerda local, Jêrome é seduzido pela extrema-direita, que lhe conseguir um emprego de operário da construção civil, permitindo-lhe pagar dívidas e alugar imóvel próprio. Apoia a candidatura do político de extrema-direita local nas eleições seguintes, vencida por ele, subindo, então, à condição de conselheiro municipal.
Defende o partido por ele ter, supostamente, abandonado a plataforma racista, com foco em segurança e gestão econômica (mais uma vez a exemplo do Brasil, a extrema-direita francesa avulta a insegurança pública causada pelo desemprego, este sob a responsabilidade principal do universo das finanças, seduzindo a população contra os inimigos mais visíveis, enquanto, por outro lado, aproveita-se do Estado para obter vantagens pessoais, incluídas as propinas destinadas a paraísos fiscais, tudo sob o álibi de um nacionalismo tão extremado quanto mentiroso, mais uma vez, o nacionalismo como último refúgio do canalha).
O caminho trilhado por Jêrome, de operário engajado e simpatizante da esquerda (sem atuação partidária, contudo), para militante e inocente útil para uma extrema-direita que usa o lumpemproletariado como massa de manobra para atingir seus fins de poder, também repete o de muitos brasileiros desencantados com a esquerda, e que rumaram para a absurdidade que é a figura pública, política e individual de algo canhestro como Jair Bolsonaro, cujos objetivos são os mesmos desde que ingressou no universo da política institucional: adquirir privilégios e renda além de suas possibilidades intelectuais (pois trata-se de um tosco, sem qualquer qualificação).
Por fim, trilhando o caminho inverso de sua própria existência, ainda que acidentalmente, Jêrome mata seu velho amigo Driss que, também, nesse meio tempo, havia encetado relação amorosa com Audrey (o casal, também em meio ao caminho de Jêrome da esquerda para a direita, havia se divorciado).
A lição explícita do filme, ao final, se dá quando Jêrome, aguardando, preso, seu julgamento, recebe visita do filho (que há pouco havia também sido manipulado pelo prefeito de extrema-direita, forjando uma falsa acusação de tráfico de drogas pelo assassinado Driss, reforçando o preconceito contra árabes, por ingressos, fatidicamente, no universo da criminalidade), incitando-o a estudar. “Aprenda!”, repete ele ao filho, obviamente para que ele não repetisse seus próprios erros e não caísse na sedução da extrema-direita.
Aprender com a história, reconhecer a verdade encoberta pelas aparências, não se deixar enganar e seduzir tão facilmente por um canto que parece ser de um sabiá, mas, quando se chega perto, vê-se uma ave de rapina.
Nisso estamos, não apenas no Brasil (vivo repetindo isso), mas no mundo inteiro: populações que não encontram, na esquerda, força e representatividade o bastante para continuar a apoiando e dela fazendo parte cedendo aos argumentos xenófobos da extrema-esquerda, ao anticomunismo feroz, ao anticapitalismo de fachada, sem perceber que os objetivos dessa linha política em nada coadunam com os interesses dessas populações, e que, na verdade, tem por aliados verdadeiros o próprio universo das finanças, dos proprietários dos meios de produção, que pagam por suas campanhas políticas e garantem sua existência em alto padrão burguês.
Ratificando o quadro semelhante ao francês, no Brasil corre-se o risco de, em havendo eleições para presidente em 2018, nos vermos diante de um candidato de extrema-esquerda ter, no segundo turno, um candidato de direita. Ao menos isso é que, embevecidos, projetam os líderes da direita brasileira (isto é, o PSDB, que de social-democrata não tem sequer o verniz), segundo o ex-prefeito de São Paulo, Fernando Haddad.
Que esse quadro não chegue à parede, pois nos trará muito mais do que apenas dor.
Fonte: DIÁRIO DO CENTRO DO MUNDO - DCM

Dois anos após ridicularizar Dilma, Cármen toma chá em casa com velhos investigados no STF. Por Kiko Nogueira

O chá dos condenados
 
Em agosto de 2016, um mês antes de assumir a presidência do STF, Cármen Lúcia protagonizou um bullying com Dilma, àquela altura no chão.
Em meio a um julgamento, Lewandowski dirigiu-se à colega: “Concedo a palavra à ministra Cármen Lúcia, nossa presidenta eleita… ou presidente?”
“Eu fui estudante e sou amante da língua portuguesa. Acho que o cargo é de presidente, não é não?”, respondeu, aos risos.
Noves fora a ignorância (ninguém suporta mais essa discussão, mas o termo existe desde 1872 e foi dicionarizado em 1925), Cármen chutava ali um cachorro morto de forma absolutamente covarde.
Havia ali também um cinismo que não casava com a tragédia nacional que só se avolumava.
Dois anos depois, vê-se qual das duas mulheres vai ficar como exemplo de fibra e de coragem sob pressão.
O encontro de Cármen em sua casa com Michel Temer, investigado no Supremo, sob o pretexto de discutir segurança pública (rs) é mais um retrato de uma farsa republicana.
Quem achava que seu voto caótico para salvar Aécio Neves fosse o momento mais baixo de CL se enganou e deve se preparar para novas aventuras.
Cármen é um exemplo de tibieza, inclusive moral.
Refém da Globo, antecipou a pauta de abril do STF sem incluir o habeas corpus de Lula e a prisão em segunda instância.
Lavou as mãos, deixando claro que tem lado e é o de seus chefes.
Cármen, a que ridicularizou Dilma publicamente, é uma sombra do que jamais foi.
Enquanto Dilma denuncia o golpe pelo mundo, Cármen prossegue em seu papel menor, coadjuvante, incapaz de qualquer gesto ou palavra que não seja pedestre.
Apequenada, sensaborona, dada a tomar chá com velhos corruptos aos sábados à tarde.

Fonte> DIÁRIO DO CENTRO DO MUNDO - DCM

quinta-feira, 8 de março de 2018

CASA DO ESTUDANTE DO RN REERGUE NA LUTA E SONHOS!


O Centro Potiguar de Cultura - CPC/RN voltou a levantar a bandeira pelo renascimento e da luta pela CASA DO ESTUDANTE DO RIO GRANDE DO NORTE!  Através do seu atual presidente, EDUARDO VASCONCELOS voltou a contactar seus legítimos representantes que ainda resistem na própria casa, que finalmente passa por uma reforma.

Mas para Eduardo é preciso cuidar urgentemente da legalização de sua diretoria e foi penando nisso que o mesmo ontem (7) procurou o representante provisório da referida casa, onde manteve uma conversa esperançosa e os mesmo após alguns detalhes resolveram retornar a luta de fato!

Eduardo Vasconcelos contactou vários ex presidentes da casa, entre eles, JORGE DE ALMEIDA REGO presidiu a casa época em estudava em Natal, IVONILDO REGO ,na época foi diretor de cultural e também ex reitor da UFRN, AMARAL, também presidiu a Casa do Estudante do RN e,, recentemente foi tesoureiro do SENALBA/RN, o próprio Eduardo Vasconcelos - CPC, entre outros, Eduardo também propôs uma reunião histórica com esses grandes heróis da casa e depois uma outra reunião com o MPE, com promotor de justiça, dr. JANN POLACEK MELO CARDOSO da 27ª Promotoria de Justiça de Combate à Sonegação Fiscal e Tutela de Fundações e Entidades de Interesse Social da Comarca de Natal. e o Tribunal de Justiça e do Juiz da 21ª VARA CIVIL, Juiz GILSON CAVALCANTI para que juntos possamos termos uma definição e ai vir a legalização da diretoria da casa e ampliar, acreditar na luta e na esperança de reerguer a nossa respeitada CASA DO ESTUDANTE.

A luta companheiros!

PRÓXIMO SÁBADO (10) NO AUDITÓRIO DA E.E. O CPC/RN PROMOVERÁ ENCONTRO DA MULHER!


Próximo sábado (10) a direção do Centro Potiguar de Cultura - CPC/RN, promoverá no Auditório da Escola Estadual ROSA PIGNATARO - Nova Cruz/RN ENCONTRO DA MULHER, momento importante para as/os convidadas/os possam debater, confrontar idéias e encaminhar a luta!

O evento contará com cerca de 50 convidados, que irão discutir, propor e encaminhar idéias e propostas para juntas com o CPC/RN possamos colocá-las em práticas e ao mesmo tempo exigir dos governos o cumprimentos das leis voltadas para as mulheres.

Os temas serão: "Dia Internacional da Mulher e sua História e a Importância da DATA; PENSAMENTO FEMININO X MASCULINO, entre outros.  Todos os participantes receberão CERTIFICADOS de participação e não haverá cobrança de taxas.

CASA DO ESTUDANTE DO RN REERGUE NA LUTA E SONHOS!


O Centro Potiguar de Cultura - CPC/RN voltou a levantar a bandeira pelo renascimento e da luta pela CASA DO ESTUDANTE DO RIO GRANDE DO NORTE!  Através do seu atual presidente, EDUARDO VASCONCELOS voltou a contactar seus legítimos representantes que ainda resistem na própria casa, que finalmente passa por uma reforma.

Mas para Eduardo é preciso cuidar urgentemente da legalização de sua diretoria e foi penando nisso que o mesmo ontem (7) procurou o representante provisório da referida casa, onde manteve uma conversa esperançosa e os mesmo após alguns detalhes resolveram retornar a luta de fato!

Eduardo Vasconcelos contactou vários ex presidentes da casa, entre eles, JORGE DE ALMEIDA REGO presidiu a casa época em estudava em Natal, IVONILDO REGO ,na época foi diretor de cultural e também ex reitor da UFRN, AMARAL, também presidiu a Casa do Estudante do RN e,, recentemente foi tesoureiro do SENALBA/RN, o próprio Eduardo Vasconcelos - CPC, entre outros, Eduardo também propôs uma reunião histórica com esses grandes heróis da casa e depois uma outra reunião com o MPE, com promotor de justiça, dr. JANN POLACEK MELO CARDOSO da 27ª Promotoria de Justiça de Combate à Sonegação Fiscal e Tutela de Fundações e Entidades de Interesse Social da Comarca de Natal. e o Tribunal de Justiça e do Juiz da 21ª VARA CIVIL, Juiz GILSON CAVALCANTI para que juntos possamos termos uma definição e ai vir a legalização da diretoria da casa e ampliar, acreditar na luta e na esperança de reerguer a nossa respeitada CASA DO ESTUDANTE.

A luta companheiros!