O Tribunal de Contas do Estado do Rio Grande do Norte (TCE) apresentou, em cerimônia, nesta manhã, o resultado do Índice de Efetividade da Gestão Municipal.
O Índice de Efetividade da gestão Municipal – IEGM é uma ferramenta inovadora destinada a mensurar a eficácia das políticas públicas municipais, sendo apurado anualmente a partir de informações levantadas pelos Municípios e fiscalizadas in loco pelo Tribunal.
A cidade de Martins (RN) vem se destacando nos últimos anos, alcançando os melhores índices de efetividade de gestão do nosso Estado, e este ano não foi diferente, alcançou a nota B, e ficou empatado em primeiro lugar, com outros 8 municípios.
O IEGM/TCERN proporciona múltiplas visões sobre a gestão municipal em sete dimensões do orçamento público, selecionadas a partir de sua posição estratégica no contexto das finanças públicas, quais sejam: Educação, Saúde, Planejamento, Gestão Fiscal, Meio Ambiente, Cidades Protegidas e Governança em Tecnologia da Informação.
Os elementos apurados compõem demonstrativos de eficiência e eficácia que servirão tanto para os munícipes quanto para os gestores, como valioso instrumento de aferição de resultados, correção de rumos, reavaliação de prioridades e consolidação do planejamento.
Esse resultado demonstra o cuidado e o zelo na manutenção das políticas públicas, cujo equilíbrio financeiro e fiscal, fazem a nossa cidade se desenvolver cada dia mais.
“Nosso município e todos que fazem a gestão Governo do Povo estão de parabéns, pois todas as atividades de controle e gestão mostram-se efetivas, funcionando plenamente, proporcionando o avanço permanente dos serviços públicos oferecidos ao cidadão, com a consequente melhoria da qualidade de vida de todos os Martinenses”, declarou a prefeita Olga Fernandes.
Fonte: Robson Pires
" Ser honesto não é pra qualquer! Zelo com patrimônio público dever sim, em primeiro lugar! Parabéns a prefeita de Martins, Olga Fernandes. " - Eduardo Vasconcelos - radialista e blogueiro.
A CERN RESISTE E PRECISA DE VOCÊ! APOIE ESTA LUTA!
O SOL NASCE PARA TODOS
Pois é, se a sociedade se descuidar poderemos sim, perdermos a CASA DO ESTUDANTE DO RN! É bem verdade que a mesma passa por uma das suas maiores crises em toda a sua existência! Mas isso não pode simplesmente acabar fechando-a, muito pelo contrário, a sociedade deve sim abraçar essa luta que de todos!
Muitos que passaram por ela sabe de sua importância, lá se passaram vários estudantes oriundos de todas as regiões do estado e que hoje são juízes, advogados, promotores, prefeitos, médicos, jornalistas, etc, etc. Por isso esta é uma luta de TODOS NÓS!
Ela passa por uma INTERVENÇÃO, cujo objetivo será o de fechá-la, é tanto que a comissão interventora deu um prazo até dia 10/12 para que os que ali residem e que "estejam" irregular saiam e com isso a mesma corre sério risco de ser fechada.
É bem verdade que deve existir "alguns estudantes irregulares" na casa, mas isso não é motivo para fechamento, inclusive os que realmente sonham em se formar na capital precisam da casa para sobreviver aos obstáculos e concluir seus estudos. E isso é fato!
O MP/RN tem sido em alguns momentos flexíveis, mas precisamos URGENTEMENTE de uma solução para resolver este problema.
Na última sexta-feira (30/11), o presidente do Centro Potiguar de Cultura - CPC/RN, Eduardo Vasconcelos, juntamente com a presidenta da UEE/RN (União Estadual dos Estudantes), Yara Costa, o jovem e talentoso advogado, Dr. TONY ROBSON, e os residentes da Casa GERLIANO E YGOR, representando a CERN.
É preciso que a sociedade potiguar abrace esta luta e fiquem do lado dos nossos estudantes, em que sua maioria são oriundas de interiores de várias regiões do estado, cheios de esperanças em concluir seus estudos e serem gente nesta sociedade tão egoísta e centralizadora. Sonho também de seus pais.
Conclamamos a todos e a todas as autoridades, entidades e a sociedade a se engajarem nesta luta em defesa da CASA DO ESTUDANTE DO RIO GRANDE DO NORTE e da IMPORTÂNCIA QUE A CERN REPRESENTA PARA O POVO POTIGUAR!!! A CERN É DO POVO!
A senadora Fátima Bezerra se reunirá, nesta terça-feira (4), com os governadores eleitos do Norte e Nordeste para acompanhar no Congresso Nacional e no Supremo Tribunal Federal (STF) a votação de matérias importantes para os estados.
Um dos projetos na Câmara Federal é o PLP 459, que trata da Securitização da Dívida Ativa, estabelecendo uma forma moderna de combater a sonegação e gerando receitas para o déficit da Previdência e investimentos.
Outro é o PLP 10.985, que trata da regulação da cessão onerosa de Gás e Petróleo. Neste caso, o objetivo é manter a regra de partilha entre União, Estados e Municípios das receitas com royalties e Fundo Social.
No Senado, a prioridade dos governadores é o entendimento para a votação do PLP 78, que trata de Bônus de Assinatura, complemento da Cessão Onerosa de Gás e Petróleo, permitindo a participação dos Estados e Municípios na receita com pagamento do Bônus de Assinatura após os leilões.
“Esses projetos são de suma importância para os estados dessas duas regiões, a maioria deles em situação fiscal e orçamentária muito difíceis, como é o caso do Rio Grande do Norte. Estarei acompanhando de perto ainda como senadora e como futura governadora do meu estado e estarei lá, brigando, em defesa do RN”, disse Fátima.
Atual gestão do Ministério do Trabalho divulgou uma nota em que critica o desmembramento da pasta anunciado hoje pelo futuro ministro chefe da Casa Civil de Bolsonaro, Onyx Lorenzoni; mudança deve prejudicar trabalhadores.
“O Ministério do Trabalho reitera que o eventual desmembramento da pasta atenta contra o artigo 10 da Constituição Federal, que estabelece a participação dos trabalhadores e empregadores nos colegiados dos órgãos públicos em que seus interesses profissionais ou previdenciários sejam objeto de discussão e deliberação”, diz a nota.
De acordo com Lorenzoni, a atual estrutura da pasta será dividida entre os ministérios da Justiça, da Cidadania e da Economia. “O atual ministério do Trabalho, como é conhecido, ele ficará uma parte no ministério do doutor Moro, outra parte com Osmar Terra e outra parte com Paulo Guedes”, disse em entrevista à Rádio Gaúcha.
A pasta da Justiça, comandada por Sérgio Moro, cuidará da concessão de cartas sindicais. É possível que a fiscalização do trabalho escravo também fique com Moro, disse. Já a estrutura que lida com políticas ligadas ao emprego ficará uma parte no Ministério da Economia, cujo titular será Paulo Guedes, e outra parte na pasta da Cidadania, com Osmar Terra de ministro.
Para a atual gestão do ministério, a medida vai desequilibrar as relações de trabalho. “Dissolver as atribuições do Ministério do Trabalho em diversas pastas, sem a adoção de medidas de compensação democrática, retiraria um dos palcos em que é promovida a interlocução entre trabalhador, empregadores e Estado regulador, essencial à garantia do equilíbrio das relações de trabalho”, diz outro trecho da nota.
Outras críticas
Ao longo do dia, inúmeras personalidades, políticos e economistas fizeram pronunciamentos críticos com relação à proposta de extinguir – ou desmembrar – o Ministério do Trabalho.
Ex-presidenciáveis como Marina Silva (Rede) e Guilherme Boulos (PSOL) foram alguns dos que desaprovaram a mudança.
“Extinguir o Ministério do Trabalho pode enfraquecer ainda mais direitos e a fiscalização de infrações contra a legislação trabalhista. Querem menos direitos na área ambiental e pelo visto ampliar a lógica para o mundo do trabalho. Nem parece que temos 13 milhões de desempregados”, escreveu Marina em sua conta no Twitter.
“Depois de idas e vindas, Bolsonaro decide que de fato vai acabar com o Ministério do Trabalho. É nele que estão sediadas operações como o combate ao trabalho infantil e ao trabalho escravo. É um sinal de salvo conduto para abusos de empresários contra trabalhadores”, criticou Boulos.
O economista e ex-presidente do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea), Marcio Pochmann, foi além: “O fim do Ministério do Trabalho por Bolsonaro indica que o trabalho volta ao século 19, quando era tratado como uma mercadoria qualquer, deixando de fazer sentido o direito especial do trabalho, a justiça do trabalho, a representação do trabalhador, a fiscalização do trabalho, etc”, escreveu.
Ex-juiz disse, em seminário na Espanha, que não vê "autoritarismo" em Bolsonaro e que Fernando Haddad é quem "tinha propostas de controle social da imprensa e do Judiciário”.
Em seminário nesta segunda-feira (3) em Madri, o ex-juiz e futuro superministro da Justiça de Jair Bolsonaro (PSL), Sérgio Moro, disse que trocou o judiciário pela política por estar “cansado de tomar bola nas costas” e acusou Fernando Haddad (PT), adversário do capitão da reserva, de ter “propostas de controle social da imprensa e do Judiciário”.
“Como gostamos de futebol, temos no Brasil uma expressão segundo a qual alguém diz estar cansado de levar bola nas costas”, afirmou à plateia de um seminário promovido pela Fundação Internacional para a Liberdade, presidida pelo Nobel de Literatura peruano Mario Vargas Llosa, que mediou a mesa. “Meu trabalho no Judiciário era relevante, mas tudo aquilo poderia se perder se não impulsionasse reformas maiores, que eu não poderia fazer como juiz”.
Lembrado por Vagas Llosa da fama de fascista de Bolsonaro, Moro disse “não acreditar nessas etiquetas”, defendeu o presidente eleito e atacou Fernando Haddad.
“Não vislumbro no presidente traço de autoritarismo”, disse. “O próprio reiteradamente afirmou seu compromisso com a democracia e com o Estado de Direito. Era o principal candidato opositor [Fernando Haddad] que, a rigor, tinha propostas de controle social da imprensa e do Judiciário”, disse Moro.
Sobre as artimanhas que ele fez para prender e inabilitar o ex-presidente Lula, além de influenciar no processo eleitoral com a divulgação das delações do ex-ministro Antonio Palocci a seis dias do primeiro turno, antes de aceitar o convite para ser parte do governo de Bolsonaro, Moro desconverou, dizendo que ninguém poderia saber que o militar da reserva seria eleito. “Ninguém antevia que ele seria eleito. Não tem nada a ver uma coisa com a outra.”
advogada Damares Alves, assessora do senador Magno Malta e da Frente Parlamentar Evangélica, é o que se pode considerar a mãe da farsa do kit gay.
Magno Malte é o pai e Jair Bolsonaro o maior beneficiário da fraude.
Damares, que também ostenta o título de pastora, está sendo cogitada para assumir o Ministério da Cidadania, no governo de Bolsonaro.
Foi vazada a informação de que ela teria sido convidada para o cargo, convite que levou à reação de lideranças evangélicas, como Silas Malafaia.
Essas lideranças entendem que o cargo deve ser destinado ao chefe de Damares.
Como Magno Malta, Damares tem um histórico de divulgação de dados e histórias que não guardam nenhuma relação com a verdade.
Magno Malta, por exemplo, é acusado de imputar uma falsa acusação de pedofilia contra um cobrador de ônibus, torturado pela polícia depois de ser preso.
A prisão teve como base a afirmação de que Malta, presidente da CPI da Pedofilia, endossou a denúncia.
O delegado que defendeu a medida cautelar extrema contra o cobrador considerou que o senador tinha credibilidade para fazer a acusação.
Se Magno Malta falou, é porque deveria ser verdade.
Mais tarde, com o processo criminal, constatou-se que a manifestação de Magno Malta não passava de calúnia.
Damares foi precursora do discurso de que as escolas públicas brasileiras teriam se tornado centros de perversão nos governos do PT.
Em 2013, um ano antes da eleição em que Malta apoiaria Aécio Neves, ela já percorria as igrejas evangélicas de todo o Brasil, para palestras com conteúdo mentiroso.
A professora Magali Nascimento Cunha, que é da Igreja Metodista e doutora em Comunicação, analisou uma dessas palestras, realizada no dia 13 de abril de 2013.
“Ao se assistir integralmente a palestra de 1h13m, percebe-se que a seleção de materiais da qual a advogada faz uso são extratos adaptados artificial e forçosamente à sua pauta de abordagens. Os extratos são apresentados como se fossem a íntegra das cartilhas e livros e a explicação oferecida traz, além de elementos críticos genéricos e imprecisos, inverdades e manipulação explícita de dados para dar veracidade às abordagens”, escreveu ela.
Damares começa sua palestra com uma falsa acusação contra Marta Suplicy, que se elegeu prefeita de São Paulo em 2000 pelo PT.
“Esta mulher, quando era prefeita da cidade de São Paulo, irmãos, ela gastou dois milhões de reais com aquele grupo, o grupo GTPOS, para ensinar sobre ereção e masturbação em bebês nas escolas”, disse.
A palestrante faz biquinho, ajeita os óculos, com ar de indignação, e reforça com o indicador e o dedo médio da mão direita o valor que supostamente teria sido gasto: “Dois milhões de reais”.
E então teoriza sobre esse suposto projeto de erotização das crianças nas escolas:
“Chegou à conclusão (ela omite o sujeito da frase) a um grupo de especialistas, e esse grupo começou lá na Holanda, lá na Europa e já está influenciando que nós precisamos a aprender a masturbar os nossos bebês a partir dos sete meses de idade.”
Em seguida, conta que na Holanda os especialistas defendem a masturbação em bebês, com o objetivo de que, na idade adulta, sejam saudáveis sexualmente.
Damares não apresenta a fonte desta informação, mas o registro que apresenta é fraude pura.
A reportagem a que se refere, publicada no Estadão, não faz nenhuma referência ao ensino de masturbação em crianças.
É, na verdade, a notícia de que Marta teria contratado uma ONG da qual foi presidente para consultoria sobre educação sexual na rede pública, sobre como fazer a abordagem correta sobre o tema, na educação de adolescentes.
No que diz respeito a creches, não há nenhuma referência, mas contratos anteriores da Prefeitura com a mesma ONG indicam que houve, sim, consultoria no ensino infantil, mas com objetivo completamente diverso do que o propalado pela pastora Damares.
O objetivo era esclarecer educadores municipais sobre como “lidar com temas como ereção e masturbação infantil”, tema estudado por Sigmund Freud nos anos 20 do século passado.
A contratação recebeu críticas da imprensa, mas por outro motivo, a contratação da ONG sem licitação.
O “Estadão” abordou o tema em editorial e chegou até destacar como positiva a preocupação da administração com o tema: a crítica do jornal era em relação ao preço da contratação.
“São inúmeras as boas publicações a respeito do assunto (algumas até obrigatórias para qualquer educador), que poderiam tirar as dúvidas dos profissionais das creches a custo bem menor”, escreveu.
Marta respondeu a um processo movido pelo Ministério Público do Estado, mas pela contratação sem licitação. Foi inocentada em 2015.
A história masturbação de bebês só existiu na cabeça de pessoas como Damares.
Na mesma palestra, Damares inventa que na Holanda estavam sendo distribuídas cartilhas para ensinar os pais como massagear sexualmente as crianças.
E emenda?
“Isto está acontecendo no Brasil.”
Ela lança um desafio ao público presente na igreja:
“Pais, quando foi a última vez que vocês abriram a mochila dos seus filhos? Qual foi a última vez que você abriu o livro didático e conferiu o que seu filho está lendo e estudando na escola?”
Em seguida, critica os crentes que apoiaram a escola em tempo integral ou a lei sancionada no governo de Dilma Rousseff, que tornou obrigatório o ensino pré-escolar a partir dos 4 anos na escola.
Na verdade, segundo os especialistas, quanto mais cedo a criança tiver contato com o mundo letrado, melhores condições ela terá de aprender ao longo da vida.
É científico.
Mas, para Damares, a questão era outra: a escola seria um centro de perversão e os pais, culpados por colocar filhos no mundo e depois transferir a responsabilidade pela educação ao Estado.
“Igreja evangélica, Deus está nos chamando para fazer uma revisão de valores, uma revisão de conceitos”, pregou.
A professora Magali, da Universidade Metodista, conferiu um a um os registros apresentados em powerpoint pela pastora Damares.
Na palestra, é apresentado o livro publicado no Brasil pela Companhia das letras com informações sobre educação sexual para adolescente, “Aparelho Sexual e Cia.”.
É aquele livro que Jair Bolsonaro mostrou na entrevista ao vivo no Jornal Nacional, na reprodução da farsa de que faria parte do kit gay — que nunca existiu.
A professora Magali, já em 2013, analisou a informação e escancarou a fraude.
“O livro foi publicado como obra paradidática em 2007 pela editora Companhia das Letras e é dirigido a pré-adolescentes de 9 a 14 anos, diferentemente da faixa apresentada pela palestrante. A obra, na verdade, não consta nas listas do Programa Nacional do Livro Didático (PNLD) e nem do Programa Nacional do Livro Didático (PNLD)”, esclareceu.
No artigo, a professora publicou os links para o leitor conferir.
O artigo completo de Magali Nascimento Cunha pode ser lido aqui.
Doutora em comunicação, Magali também é professora da Faculdade de Teologia da Universidade Metodista e, conhecedora das estratégias de comunicação de pastores, explica por que o vídeo havia viralizado, apesar de mentiroso.
“O sucesso do vídeo da palestra entre grupos cristãos (…) pode ser explicado pela linguagem agressiva utilizada e o apelo emocional no discurso, que, ao mesmo tempo em que torna inquestionáveis os argumentos (a palestra é apresentada durante um culto evangélico, colocando-lhe num ambiente de sacralidade e verdade), dá um caráter de credibilidade à palavra de alguém que se apresenta não só como política, mas como mãe, educadora e cristã”, afirmou.
Damares, pelo que demonstra essa palestra, o embrião da farsa do kit gay, não tem nenhuma credibilidade.
Em qualquer lugar civilizado do mundo, estaria descredenciada para altos cargos na administração pública.
No governo Bolsonaro, o descompromisso com a verdade factual parece algo que conta a favor.
.x.x.x.
Para quem tem estômago, segue o vídeo da palestra que é o embrião do kit gay:
Crédito: reproduçãoFilmes e séries que abordam a história de personagens que convivem com HIV
No Dia Mundial de Luta Contra a Aids, a Catraca Livre separou uma lista de filmes e séries sobre HIV para você assistir na Netflix, no cinema e no Youtube
1º de dezembro é marcado como o Dia Internacional de Luta Contra a Aids, uma data fundamental para levarmos questões sobre prevenção e tratamentos, além de desmistificar preconceitos contra pessoas portadoras do vírus HIV.
Pensando nisso, a Catraca Livre separou uma lista com 7 filmes e séries que você pode assistir no cinema, na Netflix ou no Youtube e que contam histórias de personagens que convivem ou conviveram com a doença.
Confira:
Bohemian Rhapsody
Crédito: divulgaçãoCena de “Bohemian Rhapsody”
Freddie Mercury, Brian May, Roger Taylor e John Deacon formam a banda de rock Queen em 1970. Quando o estilo de vida agitado de Mercury começa a sair de controle, o grupo precisa encontrar uma forma de lidar com o sucesso e os excessos de seu líder.
O filme ainda está em cartaz nas principais salas de cinema do país.
Crédito: reprodução/NetflixCena de “Elite”, série da Netflix
A série segue a vida de três jovens que receberam uma bolsa para estudar em Las Encinas, um instituto de prestígio na Espanha após o colapso sofrido por seu instituto anterior. A chegada de Samuel, Nadia e Christian não será fácil, porque os estudantes que estão nesse instituto não tornarão suas vidas simples. Mas entre a humilhação e o bullying ocorre o assassinato de um dos adolescentes, e só restará descobrir quem foi o assassino.
A primeira temporada da série está disponível na Netflix.
Clube de Compras Dallas
Crédito: divulgaçãoCena de “Clube de Compras Dallas”
Ron Woodroof, um eletricista heterossexual de Dallas, foi diagnosticado com AIDS em 1986, durante uma das épocas mais obscuras da doença. Embora os médicos tenham lhe dado apenas alguns meses de vida, Woodroof se recusou a aceitar o prognóstico e, procurando tratamentos alternativos, ele passa a contrabandear drogas ilegais do México.
O filme pode ser visto no Youtube, a partir de R$ 6,90.
Boa Sorte
Crédito: reproduçãoCena de “Boa Sorte”
João é um adolescente com vários problemas de comportamento. Após ser diagnosticado com depressão, sua família decide interná-lo em uma clínica psiquiátrica. No local, ele conhece Judite, uma paciente portadora do vírus HIV, em fase terminal. Os dois se apaixonam e vivem um intenso romance.
O filme pode ser visto na íntegra pelo Youtube:
Cazuza – O Tempo Não Para
Crédito: reproduçãoCena de “Cazuza – o Tempo Não Para”
O filme retrata a vida do compositor e cantor Cazuza desde quando começou a carreira, atuando na peça Pára-quedas do Coração, no Circo Voador, o sucesso com o Barão Vermelho e sua carreira solo até sua morte em 1990.
O filme pode ser visto na íntegra pelo Youtube, por a partir de R$ 3,90.
Holding the Man
Crédito: reproduçãoCena de “Holding the Man”
Tim e John se apaixonaram ainda adolescentes quando estavam no ensino médio. John era o capitão do time de futebol, e Tim um aspirante a ator fazendo um pequeno papel na peça Romeo e Julieta. 15 anos depois, a vida os pregou algumas duras peças nos dois, passando por separações, discriminação, tentações, ciúmes e as perdas. Até que o destino acabou tomando um caminho inesperado. (Fonte: Adoro Cinema)
O filme está disponível na Netflix.
Filadélfia
Crédito: reproduçãoCena de “Filadélfia”
O filme conta a história de Andrew Beckett, um advogado homossexual que trabalha para uma prestigiosa firma em Filadélfia. Quando fica impossível para ele esconder dos colegas de trabalho o fato de que tem AIDS, é demitido. Beckett contrata então Joe Miller, um advogado homofóbico, para levar seu caso até o tribunal. Tom Hanks ganhou o Oscar de Melhor Ator por seu papel.
O filme pode ser visto na íntegra pelo Youtube, por a partir de R$ 3,90.
OBS: mesmo na cinematografia mundial, o vírus HIV ainda é muito relacionado a relações homossexuais. A Catraca Livre gostaria de chamar atenção para o fato de que qualquer ser humano, seja ele homo ou hétero, pode contrair o vírus se não se prevenir. Portanto, use camisinha e esteja em dia com seus exames!