sábado, 20 de fevereiro de 2016

BRASIL: Assessora de Serra é acusada de ser funcionária fantasma


A funcionária é Margrit Dutra, irmã da jornalista Mirian Dutra, com quem o ex-presidente Fernando Henrique Cardoso (PSDB) teve um relacionamento.

Margrit Dutra Schmidt - irmã da jornalista Mirian Dutra, com quem o ex-presidente Fernando Henrique Cardoso (PSDB) teve um relacionamento – trabalha como assessora no gabinete do senador José Serra (PSDB-SP), mas não cumpre a sua carga horária, de nove horas, de forma presencial.

Schmidt é contratada pela liderança da "minoria' no Senado, mas foi cedida ao gabinete de Serra a pedido do próprio tucano. Ela ocupa o cargo de assistente parlamentar júnior. De acordo com o Portal da Transparência do Senado, ela recebe remuneração básica de R$ 9.456,13, tendo como salário líquido de R$ 7.353,14.

Segundo as regras do Senado, Schmidt deveria cumprir sua carga horária na Casa, mas o próprio gabinete do senador reconhece sua ausência, afirmando que ela cumpre suas funções à distância. Margrit vai todos os dias, de manhã e à noite, registrar sua digital na entrada principal do Congresso, mas não cumpre expediente no local.

Histórico

Margrit trabalha no Senado há 15 anos, quase sempre cedida pela liderança da oposição à gabinetes. Já foi assessora do ex-senador Arthur Virgílio (PSDB), atual prefeito de Manaus (AM), e da senadora Lúcia Vânia (PSB-GO), ex-tucana.

Em entrevista ao jornal Valor Econômico, o senador José Serra afirmou que seu “gabinete tem pouco espaço”, não tendo salas para todo mundo. 

Nos últimos dias, sua irmã, Mirian, se envolveu em uma polêmica ao relatar, em entrevistas, sua relação com FHC. Segundo ela, entre outras coisas, o tucano teria utilizado uma empresa para enviar dinheiro ao exterior para ela.

Fonte: Brasil de Fato

C/ Portal Vermelho

EDUARDO VASCONCELOS: DETERMINAÇÃO - SUPERAÇÃO E SUCESSO FUTURO! INGREDIENTES QUE NÃO VÃO FALTAR!

 Iniciando a minha caminhada - Praia do Porto: 5h 30m.


 Registrando tudo


 Chegada de ida! Farol de Bacupari

 Final da Praia de Bacupari - Vários pés de Caju!
 Um dos momentos na chegada do Hospital Onofre Lopes para exames e na sala para fazer exame!

 Chegada final da maratona: Praia de Bacupari/Farol/Bacupari
 Foto destaque: A casa mais linda de BF, mas hoje....Completamente abandonada..O POVO, Ó!

 Praia do Portal

 Inicio da Praia do Portal
 Praia da Cacimba
 Final da minha 1ª Caminhada....Retorno/chegando a Praia do Porto
Hoje (20), inicio uma jornada de Determinação, Superação e no final de tudo... SUCESSO! Esses serão o meus ingredientes que vão me colocar em forma superando obstáculos que aparece em nossas vidas (problema de saúde), mas é claro com a Luz Divina, com a minha FÉ em Deus, superarei e vencerei!

Mas para isso preciso também deixar de fazer coisas que agredi meu corpo, exemplo? Parar de Beber, nem com MODERAÇÃO!  Fazer exercícios físicos e uma alimentação saudável, abraçando tudo isso chegarei ao meu objetivo, RECUPERAÇÃO!

Por isso, hoje iniciei uma uma maratona (teste), acordei as 5 horas e as 5h 30m já estava iniciando a minha caminhada partindo da Linda e Maravilhosa Praia do Porto (Baía Formosa), passando pela Praia da Cacimba e a Praia do Portal.  Chegando na Praia de Bacupari acelerei os passos, parando só quando cheguei no Farol, outro momento LINDO!  

No Farol parada para mais fotos e em seguida retorno novamente mais acelerado até a Praia de Bacupari, chegando clic.. fotos, registrando tudo.  Agora caminho voltando pela Praia do Portal, Cacimba e finalmente na Praia do Porto, onde evidentemente me concentro num belo banho de mar, já que ela começava a secar!  PERCURSO DE IDA E VOLTA FOI FEITO EM 50 MINUTOS, Achei um record para um "idoso" sedentário, mas tenho certeza que vou diminuir!

Isso me bem!  Continuarei assim até a minha cirurgia na garganta, que por sinal ainda não estar marcada, pois estou fazendo vários exames.

Pois é, amigos/as Continuo Sempre na Luta, será mais uma VITÓRIA na MINHA VIDA!

Eduardo Vasconcelos

sexta-feira, 19 de fevereiro de 2016

Gaviões da Fiel lança campanha de arrecadação para suprir as merendas das escolas de SP

Da Redação
Depois de protestos nos estádios com a faixa “quem vai prender o ladrão de merendas?”, a torcida organizada lançou uma campanha que visa arrecadar alimentos para serem doados em escolas supostamente afetadas pela “máfia das merendas”, esquema de desvio de recursos e pagamento de propina que envolveria membros do governo Alckmin e deputados tucanos
A Gaviões da FIel – torcida organizada do Corinthians – lançou no início desta semana uma campanha de arrecadação de alimentos para suprir a falta de merendas em escolas paulistas que estariam sendo afetadas pelos supostos desvios de recursos e pagamento de propina envolvendo empresas, membros do governo Alckmin e deputados tucanos.
“Colabore com a arrecadação de alimentos que serão doados para as escolas, creches e organizações não governamentais que estão sendo afetadas pelos desvios de merendas. Quem vai prender o ladrão de merendas?”, escreveu a torcida no comunicado divulgado em seu site.
A pergunta no final da frase foi a mesma estampada em uma faixa erguida pela torcida em duas partidas disputadas pelo Corinthians entre esta e a última semana. De cunho político e com críticas que, além do governo de São Paulo, eram direcionadas à Rede Globo e Confederação Brasileira de Futebol (CBF), as faixas foram apreendidas pela Polícia Militar e a torcida, reprimida.
As críticas da Gaviões da Fiel à chamada “máfia das merendas” tem como personagem central o deputado estadual e presidente da Assembleia Legislativa Fernando Capez (PSDB). Tido como um dos principais inimigos das organizadas desde a época em que atuava como promotor, o parlamentar é um dos investigados pela Polícia Civil por, supostamente, receber propina de contratos superfaturados da Cooperativa Orgânica Agrícola Familiar (Coaf), órgão que fornece o alimento às escolas.
Fonte: Revista Fórum

quarta-feira, 17 de fevereiro de 2016

BRASIL: Parlamentares pedem apuração de atentados contra comunistas

Parlamentares do PCdoB na Câmara e no Senado foram ao Ministério da Justiça, nesta quarta-feira (16), pedir que a Polícia Federal seja acionada para investigar os assassinatos de dois dirigentes comunistas nos últimos dez dias. Também foram registrados, este mês, dois casos de arrombamento nos escritórios regionais das deputadas do PCdoB Alice Portugal (BA) e Jô Moraes (MG).


Ass. Lid. PCdoB na Câmara
O ministro da Justiça, José Eduardo Cardozo, garantiu que a Polícia Federal investigará os casos O ministro da Justiça, José Eduardo Cardozo, garantiu que a Polícia Federal investigará os casos 

O ministro da Justiça, José Eduardo Cardozo, garantiu que a Polícia Federal investigará os casos. “Não podemos tolerar, nem aceitar atos criminosos e violentos dessa natureza. O Ministério da Justiça fará tudo o que é possível no âmbito da sua competência para apoiar ou investigar todos os casos. Nós não podemos ter impunidade em casos como esses”, disse à comitiva, encabeçada pela presidenta nacional da legenda, deputada Luciana Santos (PE).

Luciana Santos explicou ao ministro que “as divergências relacionadas aos projetos políticos defendidos ou ao pensamento do PCdoB não podem ser resolvidas na bala. Por isso, viemos pedir apoio para impedir iniciativas dessa natureza”.

O líder do PCdoB na Câmara, deputado Daniel Almeida (BA), também se manifestou sobre os fatos que vitimaram o prefeito de Chiador (MG), Moises Gumieri, e o presidente do PCdoB na cidade de São Domingos do Araguaia (PA), Luiz Bonfim. 

“Temos confiança no trabalho da Polícia Federal e do Ministério da Justiça para ajudar a elucidar esses crimes. Não é possível tolerarmos esses atos, especialmente as mortes de dois militantes do partido que foram executados, além da tentativa de intimidação das deputadas de nossa bancada nos casos dos arrombamentos”, afirmou, enfatizando que é inadmissível que esses casos fiquem impunes.

Na nota entregue ao ministro, o PCdoB pede que os assassinatos sejam também acompanhados pelo Conselho Nacional de Direitos Humanos, “na medida em que os fatos atentam contra direitos e garantias fundamentais da pessoa humana, inclusive por vitimar o representante do Poder Executivo de um município e um líder e dirigente partidário”.

Já os arrombamentos nos escritórios da Bahia e de Minas Gerais caracterizam, segundo a legenda, infrações penais praticadas em detrimento de interesse da União, uma vez que os espaços são custeados com recursos públicos, conforme o inciso IV do art. 2º, do Ato da Mesa da Câmara dos Deputados nº 43/2009, que instituiu a “cota para o exercício de atividade parlamentar”. A legenda entende que os atos “atentam contra a regular e livre atividade de representação popular, constrangendo membros de um dos Poderes”. 


De Brasília
Márcia Xavier, com informações da Lid. do PCdoB na Câmara 

Ministro da Justiça diz que ataques a comunistas não ficarão impunes

Na tarde desta quarta-feira (17), parlamentares do PCdoB reuniram-se com o ministro da Justiça, José Eduardo Cardozo, para pedir que a Polícia Federal seja acionada em atentados contra comunistas. Após o encontro, o ministro falou com a imprensa. Para ele, “são ocorrências que precisam que sejam investigadas”. O ministro se solidarizou com o PCdoB e com os parlamentares. “Não podemos tolerar! Não ficarão impunes”, disse o ministro. Assista abaixo: 



  



Fonte> Portal Vermelho

BRASIL Aliado do governo Dilma, Picciani é reeleito líder do PMDB na Câmara



A escolha também pode ter impacto no destino de Cunha, que enfrenta um processo de cassação de mandato no Conselho de Ética.

Em uma vitória da base governista, o deputado Leonardo Picciani (RJ), aliado do Palácio do Planalto, foi reconduzido ao cargo de líder da bancada do PMDB na Câmara dos Deputados, após votação ocorrida na tarde desta quarta-feira (17). Picciani venceu a disputa por 37 contra 30 votos recebidos pelo deputado Hugo Mota, aliado do presidente da Casa, Eduardo Cunha. Dos 71 deputados estavam habilitados a votar, dois não votaram.

A reeleição de Leonardo Piccianni é importante vitória política para o governo Dilma. Antes da votação, Picciani falou à imprensa que já se sentia vitorioso pelo apoio recebido por parte da sua bancada. Ele falou ainda que, se eleito fosse, buscaria uma unidade do PMDB contra as tentativas de impeachment da presidenta Dilma.

Após a vitória de Picciani, segundo o vice-líder do governo, deputado Orlando Silva (PCdoB-SP), a hora é de diálogo, tantos quantos do PMDB que possam colaborar com a governabilidade são bem-vindos. A hora é de o governo atuar para ampliar e consolidar sua base de apoio na Câmara. O dia de hoje pode significar uma virada no ambiente político, a superação do quadro que surgiu com a eleição da Mesa da Câmara. O governo deve governar. E vamos adiante! ”, disse.

A escolha da liderança da bancada do partido é uma das mais esperadas neste início de ano em função dos reflexos que o nome terá sobre as decisões na Câmara, entre elas a pauta de votações do governo e o processo de impeachment da presidenta Dilma Rousseff.

A eleição de Picciani é entendida como favorável ao Planalto e enfraquece uma parcela do PMDB que é contra. A escolha também pode ter impacto no destino de Cunha, que enfrenta um processo de cassação de mandato no Conselho de Ética.

No fim do ano passado, Picciani chegou a ser destituído do posto por oito dias em uma articulação patrocinada pelo vice-presidente da República, Michel Temer, e Eduardo Cunha, mas conseguiu reaver o posto com o apoio da maioria da bancada.

Maior bancada na Câmara, o PMDB tem força sobre a tramitação de projetos importantes para o governo. Além disso, também compete ao líder a indicação dos oito integrantes do partido na comissão especial que analisará o pedido de impedimento da presidenta.



Fonte: Portal Vermelho


segunda-feira, 15 de fevereiro de 2016

BRASIL: 555 ameaça patrimônio público e pode ser votado na terça

O Congresso mal voltou a funcionar e os senadores já terão que se deparar com uma matéria que ameaça o patrimônio público e os direitos dos trabalhadores. Pode ser analisado, já nesta terça (16), o Projeto de Lei do Senado 555, que cria a chamada Lei de Responsabilidade das Estatais. Sob o pretexto de regulamentar tais companhias e tornar suas gestões mais transparentes, o texto abre brechas para a privatização e compromete a autonomia e o caráter público dessas empresas.


  

O PLS 555 visa estabelecer um estatuto padrão para todas as companhias públicas, sejam elas municipais, estaduais ou federais e independentemente de possuírem estruturas e naturezas diferentes. O texto determina que todas as estatais serão constituídas sob a forma de sociedade anônima, permitindo a participação do capital privado. As empresas públicas passariam a ser obrigadas a venderem, ao menos, 25% de ações ordinárias no mercado. 

A proposta integra a Agenda Brasil, proposta pelo presidente do Senado, Renan Calheiros (PMDB). Reúne, em um só texto, um substitutivo ao PL 167/2015, do senador Tasso Jereissati (PSDB), e uma referência ao PLS 343/2015, do senador Aécio Neves (PSDB). No fundo, é um resgate da plataforma entreguista levada a cabo na Era FHC. Na esteira privatizante, mais de 120 empresas estatais foram vendidas desde 1990, entre elas a poderosa Companhia Vale do Rio Doce. 

O Comitê Nacional em Defesa das Empresas Públicas – formado pelas centrais sindicais CTB, CUT, Intersindical, CSP-Conlutas e Nova Central, além de Fenae e FUP se mobilizam para pressionar parlamentares a não aprovarem a proposta, apontada como um retrocesso para o país. Senadores também trabalham para que haja uma maior discussão da matéria, incorporando os diversos setores da sociedade.

De acordo com a senadora Vanessa Grazziotin (PCdoB), o PLS 555 foi apresentado como uma forma de normatizar a transparência das estatais, mas seu texto diz outra coisa. “Concordamos com a necessidade de legislarmos para normatizar as estatais, mas o PL apresenta pontos críticos, como a exigência de que as estatais se transformem em sociedades anônimas; mudança na composição acionária (venda de ações); critérios rígidos para composição da direção e de conselhos”, critica.

Além de ampliar a influência privada nestas corporações, em um de seus artigos, o projeto estabelece que os ocupantes de cargos de direção e administração tenham 10 anos de experiência profissional no setor de atuação da empresa, o que restringe essas funções a um pequeno grupo de executivos. Pessoas ligadas a sindicatos e partidos políticos estariam proibidas de desempenhar tais funções. 

Vanessa chama ainda a atenção para a possibilidade de uma emenda do senador José Serra (PSDB) ser incluída no texto, possibilitando a abertura de exceções para a contratação de profissionais nas estatais sem a exigência de concurso público. 

Atualmente, o Brasil tem, apenas na esfera federal, 140 estatais. São companhias que empregam 538.436 trabalhadores e possuem patrimônio líquido de R$ 611,7 milhões. “Levar todas essas empresas a operarem nas bolsas pode fragilizar este patrimônio brasileiro na medida em que as expõe às flutuações do mercado e podendo inviabilizá-las e prejudicar milhões de brasileiros”, opina a senadora. 

No fundo, a proposta dos tucanos esvazia a função social das estatais, deixando-as à mercê dos interesses do mercado. Hoje, essas companhias atuam não apenas fornecendo bens e serviços, como também para alavancar o desenvolvimento, apoiando a melhoria da gestão pública e o alcance de objetivos estratégicos de longo prazo. Trabalham para atender às necessidades da população, sem levarem em conta apenas a rentabilidade. Uma vez ampliada a participação e o controle privado, sempre voltado para o lucro, programas sociais, por exemplo, poderiam ficar ameaçados, caso não tenham garantia de retorno.

É por isso que diversos movimentos, que reúnem bancários, petroleiros, portuários, metroviários e pesquisadores, entre outros, têm se mobilizado para barrar a proposta. Assim, conseguiram evitar a votação açodada da matéria no fim do ano passado e na primeira semana legislativa de 2016. Agora, discute-se a possibilidade de elaboração de um substitutivo. Para Vanessa Grazziotin, a expectativa é de tentar que o diálogo com a sociedade continue, antes que se vote o projeto. 

Do Portal Vermelho, com agências