| Foto: ADURN |
Durante toda esta quarta, 5, o PROIFES e entidades filiadas, entre elas o ADURN-Sindicato, buscaram, no Congresso Nacional, conversar com parlamentares e entregar o documento elaborado pela Federação contendo 10 pontos inaceitáveis da Reforma da Previdência.
Num ambiente de restrição democrática e ataques a direitos trabalhistas, os sindicatos federados ao PROIFES têm apostado em debates, mobilizações, atos de rua e paralisações que contradigam o discurso oficial de déficit na Previdência, mas também em pressão parlamentar para influenciar as votações no Congresso contra a proposta de desmonte do Estado Social apresentada por Michel Temer (PMDB).
Dentre os pontos apresentados pela Federação, merecem destaques o fim da aposentadoria especial para professores e professoras do ensino básico, o fim do direito ao abono de permanência para todos e a igualdade de idade e tempo de contribuição para homens e mulheres.
A rejeição ao projeto levou Temer a autorizar, nesta quinta (6), modificações na proposta em relação a cinco temas: regra de transição, aposentadoria rural, Benefício de Prestação Continuada, pensões e aposentadorias especiais de professores e policiais.
Para a vice-presidente do ADURN-Sindicato, Gilka Pimentel, o recuo do governo é uma demonstração de que os efeitos da reformas são clara e diretamente compreendidas pela população que deverá se manter mobilizada e voltar às ruas com mais força, organização e determinação na greve geral convocada por todas as centrais sindicais para o dia 28 de abril.
Fonte: ADURN
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