segunda-feira, 11 de maio de 2020

Rozana Barroso é a candidata do Movimento Contra Atacar à presidência da UBES

Rozana Barroso é a candidata do Movimento Contra Atacar à presidência da União Brasileira dos Estudantes Secundaristas (UBES)
Guimarães Rosa dizia que o que a vida quer da gente é coragem – e coragem é algo que não falta em Rozana. Fluminense de Campos dos Goytacazes, Rio de Janeiro, é estudante de cursinho pré-vestibular, atualmente Diretora de Escolas Técnicas da UBES, cantora e feminista. Muito cedo, enxergou no movimento estudantil um caminho para transformar a realidade de injustiças que via em sua volta.
Foi da União Estadual dos Estudantes Secundaristas do RJ, ocupou sua escola e esteve junto na construção de centenas de atos em defesa da educação. Organizou a campanha do #TiraAMaoDoMEUIF e ajudou a formar a gigante onda do Tsunami da Educação pelo Brasil, que resultou num histórico Encontro Nacional de Escolas Técnicas. Planejou e mobilizou o Encontro de Negros e Negras e o Encontro de Mulheres da UBES, convocando uma campanha contra o assédio e machismo nas escolas.
Através da convivência com a sua avó, professora do estado do Rio, viu de perto a desvalorização dos professores e, com seus pais – hoje secundaristas do programa de Educação de Jovens e Adultos (EJA) –, a realidade da evasão escolar daqueles que precisam abrir mão dos estudos para trabalhar. No movimento estudantil, percebeu que a luta contra o subemprego, a desigualdade social e em defesa da educação faziam parte da busca coletiva por justiça.
À frente da UBES, Rozana terá como desafio a árdua luta contra o projeto de sucateamento da educação ministrado por Bolsonaro e Weintraub. Defenderá o tão importante Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica (FUNDEB), levantará as bandeiras pelo adiamento do ENEM, do pagamento imediato do auxílio emergencial e da merenda. Tudo isso em conjunto com a necessidade de proteger o Sistema Único de Saúde (SUS) e as escolas técnicas, que formam profissionais imprescindíveis na linha de frente do combate ao coronavírus. “É preciso não ter medo, é preciso ter a coragem de dizer”, já dizia Marighella, e mais uma vez a menina fluminense coloca sua coragem à disposição da luta e, sua voz, para falar em nome de secundaristas de todo Brasil!
Fonte: UJS Nacional

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