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Marielle foi a oitava ativista assassinada em 2018. Desde 2017, 40 políticos foram executados. No período eleitoral de 2016, morreram outros 28. Fora 24 líderes comunitários desaparecidos. 48 horas antes da morte de Mariella, Paulo Nascimento foi morto em Barcarena, Pará. Denunciava os dejetos tóxicos liberados pela refinaria Hydro Alunorte. Uma semana antes, George Rodrigues, líder comunitário do Recife, foi encontrado com marcas de tiros e um arame enrolado ao pescoço.
1 - ESPECIAL: AINDA AS REPERCUSSÕES DO ASSASSINATO DE MARIELLE FRANCO
ESQUERDA.NET, PORTUGAL
Não é só Marielle: Mais 24 casos de ativistas políticos mortos nos últimos quatro anos no Brasil. A vereadora do PSOL Marielle Franco foi a última vítima da violência que atinge líderes e militantes políticos no Brasil. Desde 2014, pelo menos outros 24 líderes comunitários, ativistas e militantes políticos foram evidentemente executados.
Marielle Franco foi a oitava ativista assassinada em 2018. Desde 2017, 40 políticos foram executados. No período eleitoral de 2016, morreram outros 28. Fora 24 líderes comunitários desaparecidos. A vereadora do PSOL é só a ponta do iceberg. 48 horas antes da morte de Mariella, Paulo Nascimento, foi morto em Barcarena, Pará. Denunciava os dejetos tóxicos liberados pela refinaria Hydro Alunorte. Uma semana antes, George Rodrigues, líder comunitário do Recife, foi encontrado com marcas de tiros e um arame enrolado ao pescoço num matagal às margens de uma estrada de terra. Ele havia sido sequestrado por quatro homens que se apresentaram como policiais.
EL PAÍS BRASIL, ESPANHA
MBL e o deputado de Brasília, Alberto Fraga, propagam mentiras em campanha difamatória contra Marielle Franco. Sem qualquer evidência, desembargadora liga vereadora a "bandidos" e ativa fábricas de “fake news”. PSOL diz que vai acionar CNJ contra magistrada.
THE GUARDIAN, INGLATERRA
Marielle Franco: as favelas do Brasil lamentam a morte de uma campeã. O assassinato a tiros de uma conselheira negra e gay foi mais um golpe nas comunidades controladas por quadrilhas no Rio de Janeiro. Na manhã seguinte à sua morte,, dezenas de milhares de pessoas foram às ruas em todo o Brasil para expressar sua revolta contra o assassinato de Marielle Franco.
PÁGINA 12, ARGENTINA
Eles marcharam para Marielle na favela de Maré, poucos dias após o assassinato da conselheira brasileira Marielle Franco. "Era uma mulher negra que ocupava um espaço que não era reservado para pessoas como ela e que carregava a voz da favela", reflete um homem a pé sobre a morte da lutadora social, supostamente pelas mãos de paramilitares.
EL PAÍS, ESPANHA
O assassinato de Marielle Franco. Ao governo brasileiro cabe esclarecer o quanto antes seu assassinato. Foi um crime político sem paralelo na história recente do Brasil.
THE WALL STREET JOURNAL, EUA
A morte da ativista Mareille Franco, crítica de abusos policiais, provoca indignação e protestos no Brasil. Milhares choram sua morte que se tornou um centro de protestos. E aprofunda as preocupações quanto ao uso do exército pelo presidente Michel Temer para controlar a violência a poucos meses das eleições presidenciais de outubro
L’HUMANITÉ, FRANÇA
O Brasil ainda em choque após o assassinato de Marielle Franco. Três dias após o assassinato da conselheira municipal do Rio de Janeiro, Marielle Franco, o Brasil ainda está dominado pela emoção e pelo sentimento de revolta contra esse crime aparentemente cometido com munição de estoques da polícia.
RFI, FRANÇA
Gil, Gal e Nando Reis cantam para Marielle em Paris. O público pediu e a “Trinca de Ases” esperou o momento certo para lembrar a vereadora e ativista Marielle Franco, assassinada na noite de quarta-feira (14) no bairro do Estácio, no Rio de Janeiro. A canção escolhida foi “Lately”, de Stevie Wonder, sucesso de Gal nos anos 1990 na versão “Nada Mais”, de Ronaldo Bastos.
THE INTERCEPT, EUA
O assassinato da ativista de direitos humanos Marielle Franco foi uma grande perda para o Brasil. E para o mundo.
RFI, FRANÇA
Sob chuva e neve, brasileiros e franceses marcham por Marielle Franco em Paris
LE MONDE, FRANÇA
Assassinato de Marielle Franco: nova mobilização em uma favela do Rio de Janeiro. Quase 2.000 pessoas clamaram por justiça para a vereadora assassinada. As balas encontradas pertenciam à polícia.
LA VANGUARDIA, ESPANHA
Um Brasil emocionado protesta e se despede da ativista assassinada no Rio de Janeiro. Milhares de pessoas gritaram por justiça e clamaram contra a barbárie da violência por todo o país, enquanto a polícia trabalha com a hipótese de um assassinato premeditado.
PÚBLICO, PORTUGAL
Hoje é dia de lembrar Marielle Franco. É melhor não cometer o erro, como ocorreu nos anos 30, de adiar a convergência antifascista para quando o fascismo já tinha ganho o jogo.
THE INDEPENDENT, INGLATERRA
Marielle Franco: Por que minha amiga foi um repositório de esperança e uma voz para o Brasil sem voz, antes de seu assassinato devastador. À medida que milhares levam as ruas do Rio e São Paulo para protestar contra o brutal assassinato do político, Glenn Greenwald lembra a formidável e destemida defensora dos cidadãos mais pobres do Rio.
Fonte: Carta Maior

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