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Ao menos 106 pessoas morreram no terremoto de 7,1 graus que sacudiu nesta terça-feira o México, afetando a capital e os estados de Puebla e Morelos, informaram as autoridades locais.
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O estado de Morelos informou 42 óbitos, Puebla, 26, o Estado do México, oito, e a Cidade do México, 30, enquanto prosseguem os trabalhos de resgate em numerosos prédios que desabaram
Ao menos
106 pessoas morreram no terremoto de 7,1 graus que sacudiu nesta terça-feira o
México, afetando a capital e os estados de Puebla e Morelos, informaram as
autoridades locais.
O
estado de Morelos informou 42 óbitos, Puebla, 26, o Estado do México, oito, e a
Cidade do México, 30, enquanto prosseguem os trabalhos de resgate em numerosos
prédios que desabaram.
O
Centro Geológico dos Estados Unidos (US Geological Survey) estimou a magnitude
do tremor em 7,1, enquanto o Instituto Sismológico do México o calculou em 6,8.
O Centro Geológico dos Estados Unidos (US Geological Survey) também estimou a
magnitude do tremor em 7,1. O instituto informou que o epicentro do tremor
localizou-se 7 km a oeste de Chiautla de Tapia, no vizinho estado de Puebla.
O
abalo sísmico ocorreu justamente no aniversário de 32 anos do maior terremoto
que atingiu o país. O fenômeo devastou o México e matou milhares de pessoas, em
19 de setembro de 1985. Ironicamente, na manhã desta terça, horas antes do
abalo, a Secretaria de Proteção Civil mexicana realizou uma simulação de um
terremoto de magnitude 8.0, com epicentro em Guerrero.
"Estou
consternada, não consigo conter o choro, é o mesmo pesadelo de 1985",
disse à AFP, entre lágrimas, Georgina Sánchez, de 52 anos, chorando em uma
praça da Cidade do México. Até agora, as autoridades não deram nenhum informe
de danos ou vítimas.
Informações
que circulam nas redes sociais mencionam o desabamento de vários edifícios,
enquanto funcionários da Defesa Civil advertem a população para o risco de
vazamento de gás. "Não fumem! Há vazamentos de gás!", gritavam os
socorristas, enquanto corriam pelas ruas na região de Roma Norte.
Na praça Cibeles, crianças com crise
de pânico foram evacuadas da escola, enquanto os pais, angustiados, as buscavam
em meio à multidão, constatou um jornalista da AFP.
"Estava
caminhando pela (rua) Colima e as janelas começaram a se mexer. Vi as pessoas
correndo, começaram a gritar. Ficou muito feio. Não queria me aproximar de
nenhuma árvore. Tive que me jogar no chão", contou Leiza Visaj Herrera, de
27 anos.
"Ficou
bastante forte. Os edifícios começaram a se mexer. As pessoas estão muito
nervosas. Vi uma senhora que desmaiou", contou Alfredo Aguilar, de 43
anos.
Nas
redes sociais, moradores publicam vídeos e fotos das consequências do terremoto
e, com a hashtag #TenemosSismo, demonstram solidariedade ao país e às vítimas
do fenômeno.
Fonte: Correio Braziliense
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